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Consultas para vendas a prazo crescem 3% na semana do Dia das Crianças

13/10/2017 14h15

Da Agência Brasil - Em todo o país, as consultas para vendas a prazo entre os dias 5 e 11 de outubro, semana anterior ao Dia das Crianças, aumentaram 3% na comparação com 2016, segundo levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Os números foram divulgados hoje (13) em São Paulo. Este ano, os presentes mais procurados seriam os bonecos e bonecas (31%), roupas e calçados (22%), com o valor dos gastos girando em torno de R$ 194,00.

Segundo as duas entidades, este foi o primeiro crescimento após três anos consecutivos de retração e a primeira data comemorativa de 2017 com aumento expressivo: páscoa (+0,93%), Dia das Mães (-5,50%), Dia dos Namorados (-9,61%), Dia dos Pais (-2,18%). O Dia das Crianças é a segunda data mais lucrativa para o varejo no segundo semestre.

De acordo com os dados, no ano passado as vendas no Dia das Crianças haviam registrado uma variação negativa de -9,02%. Em anos anteriores, os resultados foram de -8,95% (2015), -1,50% (2014), +3,15% (2013), +4,83% (2012), +5,91% (2011) e +8,5% (2010).

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o resultado é consequência da melhora da conjuntura e da proximidade do fim da crise econômica. Para ele, o resultado das vendas nesta data mostra tendência de melhoria para o Nat

 


Redecon Santa Cruz inaugura nova loja

11/08/2017 15h51

O associado Márcio Macêdo, da Redecon Santa Cruz, comemora a inauguração, nesta quinta-feira, 10.08, da ampliação da sua loja. Os clientes agora passam a contar com um belíssimo showroom de pisos e revestimentos, além de um maior espaço interno. A nova loja ficou mais moderna e está com ofertas imperdíveis, sempre tendo como foco oferecer ainda mais conforto e opções para o cliente de Santa Cruz e da região.

 


Com alta de tributos sobre combustíveis, estimativa para inflação sobe para 3,4%

31/07/2017 09h37

O mercado financeiro ajustou pela segunda semana seguida a projeção para a inflação este ano, após o aumento da tributação sobre combustíveis. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,33% para 3,40%.

Há duas semanas, a estimativa estava na sétima redução seguida, em 3,29%. A expectativa consta do boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central, com projeções para os principais indicadores econômicos. O Focus é distribuído às segundas-feiras,em Brasília.

No último dia 20, o governo anunciou o aumento das alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol, mas uma liminar derrubou a medida no dia 25 deste mês. Na última quinta-feira (26), o Tribunal Regional Federal (TRF-1), anulou a suspensão do aumento.
INSERIR LINK: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-07/justica-anula-l...
O aumento dos tributos fez com que as instituições financeiras parassem de reduzir a estimativa para a inflação no próximo ano. Há duas semanas, a projeção para o IPCA é mantida de 4,20%. No boletim Focus, divulgado no dia 17, a estimativa estava na sexta queda seguida.

Mesmo com o aumento na projeção para este ano e manutenção para 2018, os cálculos para a inflação permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

*Com informações da Agência Brasil

 


Pesquisa diz que Indicador de Incerteza da Economia tem recuo de 6,5 pontos

28/07/2017 10h26

O Indicador de Incerteza da Economia, medido em todo o país pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 6,5 pontos entre junho e julho, ao passar de 142,1 para 136 pontos. Ele recupera parte da alta de 23,7 pontos, acumulada em maio e junho. Apesar disso, permanece em nível historicamente elevado.

Segundo a FGV, o indicador havia atingido um nível "atipicamente elevado" em junho deste ano, devido às incertezas geradas pela divulgação de conversas gravadas entre o empresário Joesley Batista, dono da Friboi, e o presidente Michel Temer. Por isso, de acordo com a FGV, já era esperada alguma acomodação do indicador em julho.

A mídia foi a única responsável pela queda do Indicador de Incerteza da Economia, ao recuar 11,5 pontos entre junho e julho. As expectativas de especialistas para a taxa de câmbio e a inflação tiveram um crescimento de 12,9 pontos.

Quem também teve aumento foi o componente que avalia a volatilidade da Bovespa, com alta de 3,4 pontos. O indicador mais alto demonstra mais incerteza na economia brasileira.

*Fonte: Agência Brasil

 


CMN define meta de inflação em 4,25% em 2019 e 4% para 2020

29/06/2017 11h21

Da Agência Brasil - O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2019 em 4,25% e para 2020 em 4%. O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo de Oliveira, e o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn.

O intervalo de tolerância é 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A meta deve ser perseguida pelo Banco Central.

 


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