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Câmbio... Desligo??? Ou seria... LIGO??

18/08/2017 17h52

NATAL/RN – Em primeiro lugar, precisamos esclarecer uma coisa: O que é Câmbio.

 

Configura-se como câmbio, toda operação de troca de moeda de um determinado país por uma moeda de outro país. Quando as pessoas precisam viajar para outro país, não vão conseguir comprar nada lá com a nossa moeda, o Real. Então, é preciso que a moeda seja trocada pela moeda “nativa”, ou seja, a moeda utilizada naquele país de destino.

 

Agora sim, você já sabe o que é câmbio, podemos passar para o Mercado de Câmbio.

 

O famoso Mercado de Câmbio ou Mercado Cambial é onde são transacionadas operações de compra e venda de moedas estrangeiras pela nacional ou mesmo entre duas ou mais moedas estrangeiras entre si. Para se operar nesse mercado é preciso que haja a participação de entidades autorizadas pelo Banco Central (BACEN) a efetuarem as operações demandas pelos clientes.

 

Também se incluem como operações nesse mercado, o pagamento de contas em outros países, transferências para o estrangeiro, inclusive as postais, vales postais e operações com cartões de uso internacional.

 

No Brasil o mercado cambial é regulamentado e fiscalizado pelo BACEN e qualquer pessoa física pode operar no mercado, desde que por intermédio de um agente autorizado, as famosas “Casas de Câmbio”, e desde que obedecidas as regras em vigor.

 

E então, agora já sabe o que fazer? Entra ou não no mercado cambial?

 

A gente se vê no próximo post.

 

Forte abraço.

 

 

Até lá.


O Mercado Monetário

11/08/2017 19h16

 

NATAL/RN – Do latim, monetarius, o nosso mercado monetário é onde se transacionam operações de compra e venda de quê, de quê? Dinheiro. YES!!! Dinheiro.

 

Mas não é dinheiro físico não, é dinheiro em operações de empréstimo de curto e curtíssimo prazos, aqueles com vencimentos até um ano.

 

São negociados títulos de tesouro, papéis comerciais, certificados de depósitos, hipotecas de curto prazo, e por aí vai. Comumente, os títulos públicos são aqueles que têm maior liquidez, ou seja, que são mais negociados, e por isso, mais facilmente conversíveis em dinheiro líquido.

 

Nesse mercado participam mais as instituições financeiras e o Banco Central, que participa ativamente diariamente com o interesse em manter a liquidez de todo o Sistema Financeiro Nacional. É ele quem permite e fiscaliza as operações interbancárias, aquelas em que ao final, apura-se a taxa SELIC, lembra dela? Falamos dela aqui já.

 

Só isso? Sim, essa foi rapidinha não foi?

 

A gente se vê no próximo post.

 

Forte abraço.

 

 

Até lá.


O que é e como funciona o Mercado de Crédito?

04/08/2017 15h23

NATAL/RN – Pra começar, preciso esclarecer que esse post terá continuidade em mais três partes nas próximas sextas-feiras. Isso mesmo, terá continuidade, porque como eu disse no post passado, existem 04 (quatro) mercados no nosso Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Mercado de Crédito, o Mercado Monetário, Mercado Cambial e por fim, o famoso Mercado de Capitais.

 

A grosso modo o Mercado de Crédito é onde são transacionadas operações de concessão e tomada de empréstimos. Então, sabendo disso, já se percebe que o mercado tem duas partes, concorda? A parte concessora e a parte tomadora do crédito.

 

Já lhe fizeram a seguinte indagação: “Juros são bons ou ruins?”? E você lembra da resposta que deram a você?

Pois bem, a resposta é simples: DEPENDE. Depende de qual lado você está. Então, se há dois lados, vamos entender quais são.

 

O lado do Tomador – é o lado de quem precisa do crédito, do dinheiro, da bufunfa, do “faz-me-rir”, e por esse motivo, solicita crédito a alguém que tenha.

O lado do Concessor – é o lado de quem empresta, ou cede o crédito para quem precisa de dinheiro.

 

No lado tomador existem as famílias e as empresas, que por seus motivos individuais carecem de crédito em determinados momentos de suas operações.

 

No lado Concessor, as instituições financeiras, que realizam operações de empréstimos de várias modalidades, com taxas de remuneração do valor concedido e prazos pré-definidos no momento das contratações das operações.

 

Ambas as partes participam ativamente da nossa economia, cada uma no seu quadrado.

 

Segundo o dicionário Aurélio, a definição de crédito é: “cessão de mercadoria, serviço, ou importância em dinheiro, para pagamento futuro.

 

Ambas as partes estabelecem uma relação contratual entre si, em que pactuam custos do crédito, análise de perfil e de risco de inadimplência, etc. Essa relação pode ser inclusive informal, porém, por esse motivo, não se tem registros estatísticos de o quanto representam do mercado de crédito. Compete à Secretaria de Políticas Macroeconômicas avaliar os indicadores econômicos e de mercados relativos ao setor financeiro, bem como avaliar o impacto e a efetividade dos programas do governo federal associados à concessão de benefícios financeiros e créditos.

 

Como exemplo de concessão de crédito se tem as aquisições de bens, crédito imobiliário, crédito para capital de giro, entre outros.

 

Um grande e ferrenho entrave do Mercado de Crédito é a famigerada inflação, pois interfere diretamente no consumo e limita ou amplia a demanda por crédito na nossa economia.

 

A gente se vê na próxima semana.

 

Forte abraço.

 

Até lá.


Qual o impacto do corte na SELIC na sua vida?

28/07/2017 18h10

NATAL/RN - Essa semana (26) o Comitê de Política Monetária (COPOM) confirmou o que os economistas do mercado financeiro já esperavam, a redução em um ponto percentual na taxa básica de juros, a famosa Taxa SELIC.

 

Somado aos anteriores, esse foi o sétimo corte consecutivo da taxa que baliza e implica as operações no mercado de crédito, mercado monetário, mercado cambial e também o mercado de capitais.

 

Para esclarecer um pouco mais a respeito de como funciona cada mercado, postarei um post na próxima semana.

 

 A também conhecida como taxa básica de juros, taxa SELIC, cuja denominação é proveniente do Sistema Especial de Liquidação e Custódia, onde é apurada, que mensura diariamente todas as operações interbancárias, passou dos patamares de 10,25%a.a. para 9,25%a.a..

 

Mas em que isso interfere na minha e na sua vida? A resposta é simples: Muita coisa.

 

Basta você saber que os bancos diariamente trocam dinheiro entre si e por isso cobram também entre si juros de operações, as chamadas operações overnight. Ou seja, essa taxa é usada em operações de curtíssimo prazo entre os bancos, que oferecem em garantia títulos públicos para reduzir o risco de perdas. Em outras palavras, os bancos transferem o risco indiretamente para o governo.

 

Como ela é de curtíssimo prazo e reflete o risco do governo, acaba servindo como referência para outras taxas na economia. Em situações normais a SELIC é a taxa mais baixa do mercado, mas vale lembrar que isso não ocorre sempre. Porém, há momentos em que o governo a utiliza como ferramenta de contenção da inflação.

 

O efeito sobre o dia-a-dia das pessoas da mudança da taxa SELIC pode ser direto ou indireto, dependendo do perfil de cada indivíduo. Seja ele mais conservador e protecionista ou mais esbanjador e consumista.

 

O fato é que muitas operações de crédito têm sua estrutura de taxas de juros toda montada em cima da nossa querida SELIC.

Pergunta: - Liga a voz do leitor -   “  Então quer dizer que os financiamentos que eu pensava em fazer num futuro próximo vão mudar de preço?” – Desliga a voz do leitor.

Resposta: - liga a voz do autor -  “Sim, os preços das taxas de juros da grande maioria das operações de empréstimos de dinheiro, sejam de quaisquer naturezas, muda conforme muda a SELIC. Não é lindo??? *.*”  - Desliga a voz do autor.

 

Praticamente todas as operações no mercado de crédito e muitas operações nos outros mercados são balizados pela taxa SELIC.

 

O interessante e pouco comentado é que esse percentual de 9,25%a.a. que agora temos é apenas uma meta. Mas ele muda diariamente, devido à periodicidade das operações overnight serem exatamente de apenas um dia (curtíssimo prazo).

 

Existe o lado negativo e o lado positivo dessa alteração para baixo. Mas vou deixar você curioso pra ler os próximos posts.

 

Até lá.


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