Brasil poderá reduzir impostos para estimular consumo se crise econômica mundial piorarMinistro Guido Mantega acredita que a instabilidade nos mercados financeiros seja momentânea. |
notícias relacionadas
- Dilma diz que cortar Bolsa FamÃlia é atentar contra 50 milhões de brasileiros
- Bolsa FamÃlia: ministra está disposta a conversar com deputados sobre orçamento
- Definido conversor de TV digital destinado a beneficiário do Bolsa FamÃlia
- Bolsa FamÃlia: prazo para atualizar cadastro encerra hoje
- Reajuste do Bolsa FamÃlia começa a ser pago em junho
- Bolsa FamÃlia atende a mais de 14,1 milhões de famÃlias em abril
- Bolsa FamÃlia: mudança de escola dos alunos deve ser comunicada
- PIB aumenta R$ 1,78 a cada R$ 1 investido no Bolsa FamÃlia, diz Ipea
- Revisão cadastral do Bolsa FamÃlia encerra no dia 13 de dezembro
- 1,6 milhão de famÃlias atendidas pelo Bolsa FamÃlia devem atualizar cadastro até dezembro
- Dados do Bolsa FamÃlia têm prazo final para entrega esta semana
- Caixa liberou saques antecipados do Bolsa FamÃlia um dia antes de inÃcio de boatos
- Ministra pede que população siga o calendário de saques do Bolsa FamÃlia
- Começa o pagamento da Bolsa Estiagem no Rio Grande do Norte
- Mais de 1,5 milhão de famÃlias devem atualizar dados do Bolsa FamÃlia
- Dólar atinge cotação mais alta dos últimos três anos e vale R$ 2,072
- Entidades de agricultores e igrejas se mobilizam para chamar atenção de autoridades
- Inflação deve se aproximar do centro da meta em dezembro de 2012
- Beneficiados pelo Bolsa FamÃlia tem até dia 31 para atualizar dados
- Mantega admite que economia brasileira poderá crescer menos que 4,5% este ano
- Bolsa de São Paulo cai mais de 7% após rebaixamento do risco da dÃvida dos EUA
- Falta à escola leva ao cancelamento de 124 benefÃcios do Bolsa FamÃlia no RN
- Tóquio recua 10,55%, maior baixa desde a quebra do Lehman Brothers
- Com queda de 4,2%, Bovespa é o pior investimento de novembro
Apesar do agravamento da situação internacional, o Brasil está preparado para lidar com a crise econômica no exterior, disse hoje (4) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, esse movimento reflete o enfraquecimento dos Estados Unidos e a crise de vários países europeus, que não está sendo resolvida.
O ministro disse esperar que a instabilidade nos mercados financeiros seja momentânea. No entanto, se a turbulência persistir, o Brasil pode lançar mão de instrumentos disponíveis desde a crise econômica de 2008, de acordo com o ministro. Para segurar a queda da atividade econômica na época, o governo cortou impostos para estimular o consumo de veículos e da linha branca, reduziu a parcela que os bancos são obrigados manter retida no Banco Central e usou recursos das reservas internacionais para financiar o comércio exterior.
“Espero que esse cenário cesse nos próximos dias, mas, caso haja um agravamento da crise mundial, o Brasil nunca esteve tão preparado. Hoje, não só temos mais reservas, mas temos os mecanismos e instrumentos que criamos na crise de 2008. Eles estão todos ativos e poderão ser implementados a qualquer momento”, declarou.
Embora tenha minimizado os riscos da situação mundial para a economia brasileira, Mantega admitiu que haverá consequências para o país. “Temos de ficar alerta, olhando as consequências. Mesmo o Brasil estando preparado, pode haver queda na bolsa, no crédito e no comércio, mas o país enfrentará esse cenário com o mínimo de danos para a atividade econômica”, explicou.
Fonte: Agência Brasil












